Jovens devem entender o impacto de suas decisões no mundo, a curto e a longo prazo
Como não será possível passar o resto da vida ao lado de nossos filhos ou de nossos alunos, é preciso ensiná-los a tomar decisões de maneira autônoma e responsável – e isso é possível por meio das habilidades socioemocionais. Quanto antes esse aprendizado é iniciado, mais cedo as crianças e os adolescentes terão condições para dar passos certeiros em direção aos seus objetivos. Do outro lado, mais seguros estarão os pais e responsáveis, em relação à independência dos jovens.
A autonomia pode ser desenvolvida em diferentes estágios da vida. Uma criança de seis anos que não quer emprestar um brinquedo ou um adolescente que vive um amor não correspondido podem, com as ferramentas certas, tomar decisões equilibradas, de maneira autônoma, para enfrentar as adversidades.
Segundo o professor Eduardo Calbucci, um dos fundadores do Programa Semente, para tomar uma boa decisão, é importante, primeiro, colocar em dúvida as nossas crenças. “Por trás de uma escolha, pode existir um pensamento egoísta, voltado somente à própria satisfação pessoal”. Além disso, o professor afirma que é necessária uma avaliação dos impactos que suas decisões acarretam tanto para si, como para os outros, a curto e longo prazo.
Por isso, a ética é um dos pilares da tomada de decisões responsáveis. Uma das competências desenvolvidas durante a aprendizagem socioemocional do Programa Semente é justamente a tomada de decisões responsáveis, que integra os domínios que, segundo vários estudos internacionais, podem ser trabalhadas desde a infância.
Para saber mais, entre em contato com a equipe do Programa Semente.